Refutando Augusto Nicodemos sobre a veneração à Maria e aos Santos

Refutação bíblica e teológica sobre a veneração a Maria e aos santos. Entenda a Comunhão dos Santos, a intercessão e por que Cristo é o único mediador da salvação.

Um debate de ideias, não de ofensas

Antes de tudo, é necessário esclarecer o espírito deste texto. Este artigo discute ideias teológicas, não pessoas. Eu, Antonio Garcia, não tenho qualquer intenção de ofender irmãos protestantes ou diminuir sua fé.

Pelo contrário, escrevo com respeito e sinceridade, buscando apenas defender a fé Católica, que professo conscientemente.

Além disso, é importante dizer que a discussão sobre a veneração de Maria e dos santos não pode ser feita de forma isolada.

Ela está diretamente ligada à nossa compreensão da Comunhão dos Santos, um ensinamento cristão antigo, bíblico e central na fé da Igreja.

Para os católicos, quando uma pessoa morre em Cristo, ela não deixa de existir, não entra em um estado de apagamento total.

Em outras palavras, a morte não destrói a vida, mas a transforma. A pessoa continua viva em Cristo. Essa ideia não é uma “invenção romanista”, mas algo que o próprio Jesus ensinou.

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