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São João Bosco: O santo que visitou em vida o céu, o inferno e o purgatório

Conheça São João Bosco, o santo dos sonhos proféticos que viu o céu, o inferno e o purgatório. Sua vida transformou milhões de jovens.

Dia de devoção: 31 de janeiro

Antes de tudo, São João Bosco, também conhecido como Dom Bosco, foi um dos santos mais influentes da Igreja Católica.

No entanto, no século XIX, destacou-se por sua profunda espiritualidade, seu amor incansável pelos jovens e suas experiências místicas extraordinárias.

Reconhecido não apenas como educador e sacerdote, mas também como visionário.

No entanto, são João Bosco ficou conhecido por relatar visitas espirituais ao céu, ao inferno e ao purgatório ainda em vida, experiências que marcaram profundamente sua missão pastoral.

Em primeiro lugar, São João Bosco nasceu em 16 de agosto de 1815, na pequena localidade de Becchi, próxima a Turim, na Itália.

Desde muito cedo, enfrentou grandes dificuldades, incluindo a morte prematura do pai.

Este fato obrigou sua mãe, Margarida Occhiena, a criar os filhos com extrema simplicidade, fé sólida e valores cristãos profundos.

Essa formação familiar foi decisiva para moldar o caráter humilde, trabalhador e compassivo do futuro santo.

Ao longo deste artigo, estão disponíveis três vídeos: um sobre a visão de São João Bosco do céu, outro sobre o inferno e um terceiro sobre o purgatório.

Em tempos em que heresias e confusões doutrinárias cercam a Igreja Católica, essas visões — embora sejam revelações particulares e não dogmas de fé — servem como um forte testemunho espiritual. Elas confrontam diretamente aqueles que, mesmo se dizendo católicos, afirmam que não existe inferno nem demônio, contrariando o ensinamento constante da Igreja, da Sagrada Escritura e da Tradição. Assim, os relatos de São João Bosco reforçam a seriedade da vida cristã, a realidade das realidades eternas e o chamado urgente à conversão, especialmente em favor da salvação das almas. Sugiro assisti-los!

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Sonhos Proféticos

Além disso, ainda na infância, São João Bosco começou a ter sonhos proféticos, que mais tarde seriam reconhecidos como um elemento central de sua espiritualidade.

Esses sonhos, muitos deles de forte conteúdo simbólico e espiritual, orientaram sua vocação sacerdotal e seu método educativo, que unia razão, religião e amor — pilares do que viria a ser conhecido como o Sistema Preventivo de Dom Bosco.

Nesse sentido, ao longo de sua juventude e vida adulta, São João Bosco dedicou-se integralmente à evangelização e à educação de jovens pobres, abandonados e marginalizados.

Especialmente, aqueles expostos à violência, ao crime e à miséria das grandes cidades industriais.

Sua missão não se limitava à instrução intelectual, mas buscava, sobretudo, a salvação das almas, preparando os jovens para uma vida digna na Terra e para a eternidade.

Por fim, celebrado no dia 31 de janeiro, São João Bosco é lembrado como um santo profundamente ligado ao mundo sobrenatural, cuja vida foi marcada por visões, sonhos e revelações que reforçavam a realidade do céu, do inferno e do purgatório.

Sua história continua a inspirar fiéis em todo o mundo, convidando à conversão, à esperança e a uma vida cristã autêntica

A incrível história de sonhos que viraram realidade

Antes de mais nada, tudo começa de forma simples e quase invisível aos olhos do mundo.

Em uma sacristia de Turim, um jovem maltrapilho é repreendido por um sacristão que tenta expulsá-lo do local.

Contudo, São João Bosco intervém com firmeza e ternura: “Deixe-o ficar.” Aquele menino tinha apenas 16 anos, era órfão, não sabia ler, não tinha família nem casa fixa.

Seu nome era Bartolomeu Garelli. Trabalhava onde conseguia e dormia onde fosse possível.

Em seguida, Dom Bosco se aproxima do jovem e, com um sorriso acolhedor, faz uma pergunta simples que mudaria a história: “Você sabe rezar?” Diante da resposta negativa, ele conclui: “Então vamos começar.”

Começo de tudo

Tudo começa com uma Ave Maria. No domingo seguinte, Bartolomeu retorna e traz um amigo. Depois outro. E mais outro. Assim, quase sem perceber, nasce um movimento que transformaria gerações.

Pouco depois, a notícia se espalha por Turim: existe um padre que não expulsa meninos pobres, que brinca com eles, ensina, acolhe e ama.

Em março de 1846, cerca de 400 jovens já frequentam o que Dom Bosco passa a chamar de oratório. Diante do crescimento, surge a necessidade de um espaço definitivo.

Em 12 de abril de 1846, conseguem uma sede estável no bairro de Valdocco, em uma propriedade cedida por Francisco Pinardi.

Nesse contexto, acontece algo ainda mais marcante. Margarida Occhiena, mãe de Dom Bosco, já idosa, deixa o campo e vai morar em Turim para ajudar na missão do filho. Os meninos passam a chamá-la de Mamãe Margarida.

Ela cozinha, costura roupas rasgadas, acolhe e abraça. Para muitos daqueles órfãos, era a primeira experiência real de maternidade. O oratório deixa de ser apenas um espaço educativo e se torna verdadeiramente um lar.

A partir daí, São João Bosco começa a desenvolver, na prática, um método pedagógico revolucionário.

Observando os jovens, ele compreende que não precisam de castigos violentos, mas de três pilares fundamentais: razão, religião e amorevolezza, palavra italiana que expressa amor educativo, ternura firme e presença constante.

Nasce sistema preventivo

Assim nasce o Sistema Preventivo, baseado em prevenir o mal, e não puni-lo; acompanhar, e não abandonar; amar, e não ferir.

Paralelamente, os sonhos místicos retornam com força. Não se tratam de sonhos comuns, mas de visões carregadas de significado espiritual e, muitas vezes, profético. São João Bosco prevê doenças, mortes, vocações e destinos.

Um jovem adoece gravemente: Dom Bosco sonha que ele morrerá em três dias — e assim acontece. Outro aluno vive dúvidas vocacionais: Dom Bosco sonha com seu futuro missionário — anos depois, o sonho se cumpre.

Diante disso, o Papa Pio IX, ao tomar conhecimento desses acontecimentos, pede que Dom Bosco registre cuidadosamente cada sonho e visão, para o bem da Igreja e da congregação nascente.

Em outubro de 1844, Dom Bosco tem um dos sonhos mais impressionantes: vê uma basílica majestosa e escuta as palavras em latim “Haec est domus mea, inde gloria mea” “Esta é a minha casa, daqui sairá a minha glória.”

Nossa Senhora lhe diz que compreenderá tudo quando vir com os olhos do corpo aquilo que agora vê com os olhos da mente.

Dezenove anos depois, exatamente como no sonho, a Basílica de Maria Auxiliadora é construída em Valdocco, apesar de Dom Bosco não ter absolutamente nenhum recurso financeiro no início da obra.

Doações inexplicáveis surgem, graças alcançadas são testemunhadas e, ao final, cada centavo é pago. Dom Bosco afirmava: “Cada pedra representa uma graça de Maria.”

Além disso, outro sonho profético chama atenção: Dom Bosco vê terras na América do Sul, entre os paralelos 15 e 20 do hemisfério sul, próximas a um lago.

Décadas mais tarde, em 21 de abril de 1960, nasce Brasília, exatamente naquela região. O sonho se cumpre de forma impressionante, e São João Bosco torna-se padroeiro da capital brasileira.

Aprovação dos Salesianos pelo Papa

Enquanto isso, a obra cresce rapidamente. Em 1859, o Papa aprova oficialmente a Sociedade de São Francisco de Sales, os Salesianos.

Escolas, oficinas profissionais e oratórios se multiplicam. Em 1872, Dom Bosco funda, com Santa Maria Domingas Mazzarello, o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora.

Instituto esse, dedicado à educação das meninas. Em 1876, cria os Cooperadores Salesianos, envolvendo leigos na missão.

Ao mesmo tempo, milagres começam a ser documentados: multiplicação de pães, multiplicação de hóstias consagradas, curas físicas, conversões profundas e até a ressurreição temporária de um jovem chamado Carlos, que relata ter sido salvo do inferno antes de retornar à presença de Dom Bosco e partir definitivamente para o céu.

Por fim, após uma vida de trabalho incansável, São João Bosco falece na madrugada de 31 de janeiro de 1888, em Valdocco, cercado por seus filhos espirituais.

Suas últimas palavras resumem toda sua missão: “Foi Nossa Senhora quem tudo fez.” Sua morte causa comoção popular, e sua canonização ocorre em 1934, confirmando oficialmente aquilo que o povo já sabia: Dom Bosco foi um gigante do amor educativ

Visões de São João Bosco (baseadas em relatos documentados)

1. Sobre os sonhos e sua natureza:

São João Bosco teve muitos sonhos de caráter sobrenatural ao longo de sua vida que foram considerados inspirações divinas e não meras fantasias.

Inicialmente ele duvidou deles, mas, aconselhado pelo seu diretor espiritual, São José Cafasso, passou a reconhecer que vinham de Deus.

Mais tarde, o Papa Pio IX ordenou que Dom Bosco escrevesse detalhadamente esses sonhos para o benefício da Igreja e da Congregação Salesiana.

2. Visão do Inferno:

Num dos sonhos mais conhecidos, Dom Bosco descreve ter sido conduzido por um guia espiritual até o que ele chamou de vestíbulo do inferno.

Ele viu um lugar de terror indescritível, com paredes espessas e calor implacável, onde muitos dos jovens que não se converteram poderiam estar sofrendo consequências de suas escolhas.

A intensidade dessa experiência foi tal que, mesmo sendo um sonho, ele descreveu sensações físicas tão vívidas que sua mão ficou dolorida depois de “tocar” uma das paredes no sonho.

Assista ao video abaixo

3. Visão do Céu:

São João Bosco também relatou sonhos em que via o céu como um lugar de indescritível beleza, harmonia e alegria, com música e felicidade sem fim.

Em uma dessas visões, ele encontrou muitos jovens que tinham estado sob seus cuidados no oratório, junto com santos e mártires, todos cheios de alegria na presença de Deus.

A descrição ressalta a paz, a luz e a felicidade que caracterizam a vida eterna com Deus.

Assista ao vídeo abaixo

4. Referências ao Purgatório:

Os sonhos de Dom Bosco também incluíam visões do purgatório, descrito como lugar de purificação e preparação das almas que não estão prontas para entrar diretamente no céu.

Embora essas visões estejam menos detalhadas nos relatos públicos do que as de céu e inferno, elas fazem parte dos sonhos místicos que ele mesmo registrou sob ordem papal.

Visão do Purgatório – Assista

Contexto histórico e espiritual

Importante:

  • Essas visões não são dogmas da Igreja, ou seja, não são definidos como verdades de fé obrigatórias, mas são consideradas revelações privadas — experiências místicas de santos que podem inspirar e fortalecer a fé, sem substituir o ensinamento da doutrina católica oficial.
  • A Igreja apoia o registro desses sonhos porque Dom Bosco os colecionou e o Papa Pio IX o incentivou a fazê-lo, mas não declarou cada sonho como verdade literal ou universalmente vinculante.

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Como São João Bosco alcançou a santidade

Antes de tudo, a santidade de São João Bosco não surgiu de acontecimentos extraordinários isolados, mas de uma formação espiritual profunda, construída desde a infância.

Nascido em uma família pobre no campo, nos arredores de Turim, no norte da Itália, João Bosco cresceu sob a orientação firme e amorosa de sua mãe, Mamãe Margarida, uma viúva simples, porém dotada de uma fé extraordinária.

Foi ela quem ensinou o pequeno Joãozinho a enxergar Deus nos acontecimentos cotidianos.

Desde cedo, Mamãe Margarida educou o filho para reconhecer a presença divina na criação.

Ao contemplar o céu estrelado, dizia: “Foi Deus quem colocou tudo isso lá.” Diante das tempestades, lembrava o poder do Criador.

Mesmo nas perdas causadas pelo granizo ou nas dificuldades do inverno rigoroso, ensinava a aceitar tudo com gratidão, confiando na Providência. Assim, João Bosco cresceu aprendendo que nada acontece fora do olhar de Deus.

Memória Prodigiosa

Além disso, São João Bosco possuía uma inteligência notável e uma memória prodigiosa.

Tinha grande desejo de estudar, apesar das dificuldades impostas pelo irmão mais velho e pela pobreza da família.

Com muito sacrifício, Mamãe Margarida encontrou meios para que ele continuasse os estudos, abrindo caminho para seu encontro decisivo com São José Cafasso, seminarista e futuro santo, que se tornaria um de seus maiores modelos espirituais.

Nesse período, São José Cafasso exerceu profunda influência na formação de São João Bosco. Homem de oração elevada e intenso zelo apostólico, Cafasso dedicava-se à conversão de pecadores e à formação do clero.

Acompanhava condenados à morte até o último instante, desejando que alcançassem o céu sem passar pelo purgatório. Dom Bosco acompanhou essas missões e aprendeu que nenhuma alma está perdida quando existe amor, paciência e esperança.

Contudo, São João Bosco ainda precisava aprofundar sua vida interior. Essa etapa decisiva aconteceu sob a orientação do Padre Calosso, que o ensinou verdadeiramente a rezar, a meditar e a viver os sacramentos com profundidade.

Amadurecimento espiritual

O próprio Dom Bosco confessou que, antes disso, rezava mais por hábito do que por consciência espiritual. Com o Padre Calosso, sua vida sobrenatural amadureceu.

De forma marcante, Padre Calosso acolheu João Bosco em sua própria casa e prometeu cuidar de seu futuro “vivo ou morto”.

Antes de falecer, entregou-lhe a chave de uma gaveta com dinheiro destinado aos seus estudos.

Embora isso garantisse sua formação no seminário, São João Bosco, com extrema honestidade, devolveu tudo aos herdeiros, mostrando desde jovem seu profundo desapego aos bens materiais.

Enquanto isso, sua vida de oração se tornava cada vez mais intensa. Há relatos de pessoas que o encontravam aparentemente dormindo ao sol, quando, na verdade, estava ajoelhado em profunda oração.

Ele havia aprendido a unir contemplação e ação, mantendo o coração constantemente voltado para Deus, mesmo em meio às tarefas diárias.

Ao mesmo tempo, São João Bosco já exercia seu apostolado entre os jovens. Antes mesmo de entrar no seminário, fundou a Companhia da Alegria, um grupo que unia oração, estudo, lazer e evangelização.

Seu lema

Seu lema era simples e revolucionário: cumprir os deveres diários, evitar o pecado e viver tudo com alegria. Inspirado em São Felipe Néri, Dom Bosco compreendeu que a santidade não é tristeza, mas alegria vivida em Deus.

Desde os oito anos de idade, o sobrenatural já fazia parte de sua história. Foi nessa idade que teve o sonho fundador, no qual Jesus e Nossa Senhora lhe confiaram a missão de educar os jovens não com violência.

Porém, com mansidão, firmeza e amor. Esse sonho se repetiu ao longo de sua vida, sempre orientando os passos de sua missão.

Por fim, São João Bosco alcançou a santidade porque soube unir tudo aquilo que recebeu: a fé simples da mãe, o zelo apostólico de São José Cafasso, a profundidade espiritual do Padre Calosso e uma confiança absoluta em Maria Auxiliadora.

Viveu para os jovens, morreu pelos jovens e, do céu, continua intercedendo por eles. Celebrado em 31 de janeiro, São João Bosco permanece como pai, mestre e modelo de educadores, lembrando ao mundo que a verdadeira transformação acontece quando se educa com amor

Referências

  1. LEMOYNE, Giovanni; AMADEI, Angelo; CERIA, Eugenio.
    Memórias Biográficas de São João Bosco (19 volumes).
    Fonte principal sobre a vida, os sonhos, as visões, os milagres e a obra de Dom Bosco, escrita por seus discípulos diretos.
    Editora Salesiana / Libreria Editrice Vaticana.
  2. BOSCO, São João.
    Memórias do Oratório de São Francisco de Sales.
    Obra autobiográfica em que Dom Bosco relata sua infância, vocação, primeiros sonhos e o início do oratório.
    Editora Salesiana.
  3. BOSCO, São João.
    Os Sonhos de Dom Bosco.
    Compilação autorizada dos sonhos proféticos, incluindo referências ao céu, inferno, purgatório e à missão salesiana.
    Editora Canção Nova / Editora Salesiana.
  4. CONGREGAÇÃO SALESIANA.
    Constituições da Sociedade de São Francisco de Sales.
    Documento oficial que explica o Sistema Preventivo: razão, religião e amorevolezza.
    Roma – Vaticano.
  5. CAFASSO, São José.
    Escritos espirituais e testemunhos biográficos.
    Fonte para a formação sacerdotal de Dom Bosco e o zelo pela salvação das almas.
    Archivio Storico Salesiano.
  6. VATICANO – SANTA SÉ.

Mais referencias

  • Decreto de Beatificação (1929)
  • Decreto de Canonização (1934)
    Documentos oficiais da Igreja sobre São João Bosco.
    Acta Apostolicae Sedis.
  1. PAPA JOÃO PAULO II.
    Carta Apostólica Juvenum Patris (1988).
    Documento que proclama São João Bosco como Pai e Mestre da Juventude, no centenário de sua morte.
    Vaticano.
  2. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
    §§ 1020–1060 (Céu, Inferno e Purgatório).
    Base doutrinária para o correto entendimento das realidades eternas, em harmonia com as visões particulares.
    Edições Loyola / Vaticano.
  3. BOLETIM SALESIANO (diversas edições históricas
  4. Todas
    Registros missionários, expansão da obra salesiana, testemunhos e fatos históricos.
    Publicação oficial salesiana (desde 1877).
  5. SANTUÁRIO DE MARIA AUXILIADORA – TURIM
    Arquivos históricos e relatos da construção da Basílica.
    Fonte sobre o sonho profético da basílica e sua realização.
  6. ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA / SANTUÁRIO DOM BOSCO Informações sobre a profecia relacionada ao Brasil, a devoção nacional e a relíquia de São João Bosco.

Observação importante

As visões de São João Bosco são classificadas pela Igreja como revelações particulares. Elas não criam dogmas, mas confirmam verdades já ensinadas pela Sagrada Escritura, pela Tradição e pelo Magistério, especialmente sobre céu, inferno, purgatório, conversão e responsabilidade moral

Publicado por

Antônio Garcia

Católico convicto e apaixonado pela Igreja de Cristo,a Igreja Católica Apostólica Romana.

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