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O que não te contaram sobre a Religião Islâmica

Olá, sou Antônio Garcia e ouvindo vídeos sobre o avanço da Religião Islâmica, tanto na Europa quanto em todo o Ocidente, inclusive no Brasil, senti curiosidade de saber mais sobre o islamismo.

Ao aprofundar minha pesquisa, deparei-me com diversos conteúdos que me deixaram preocupado em relação a esse crescimento.

Deixando claro que o objetivo deste artigo não é atacar os muçulmanas, nem lhes causar qualquer mal, mas sim debater aspectos e vertentes da religião. Afinal, sou Católico e tenho o direito de me expressar e defender a minha fé.

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Visão Islâmica

Inclusive,um vídeo do Centro Dom Bosco, que vou inserir no final do artigo, traz uma explicação considerada preocupante, onde eles dizem que a Jihad não se trata apenas de uma luta interior, mas também da conquista de todo o mundo para o Islã.

O próprio Alcorão, segundo essa interpretação, possui diversas referências relacionadas ao combate contra aqueles que não são islâmicos.

Passagens do Alcorão

Por exemplo: “Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram…” (Surata 2:191), “porque a intriga é mais grave do que o homicídio; e combatei-os até terminar a intriga e prevalecer a religião de Alá.”

Outro trecho citado é: “Capturai-os e, então, matai-os onde quer que os acheis, e não tomeis nenhum deles por confidente nem por socorredor” (Surata 4:89).

Há também: “Recordai-vos de quando o teu Senhor revelou aos anjos: ‘Estou convosco; fortalecei os crentes! Infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos’” (Surata 8:12).

E ainda: “Mas, quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e emboscai-os” (Surata 9:5).

Jihad é um termo de origem árabe que significa “esforço”, “empenho” ou “luta” no caminho de Deus. No contexto islâmico, refere-se, antes de tudo, ao compromisso pessoal de viver de acordo com os ensinamentos da fé. Esse conceito pode assumir duas dimensões: uma interna, conhecida como “jihad maior”, que envolve o esforço espiritual contra as próprias falhas e tentações; e outra externa, chamada de “jihad menor”, que pode incluir ações de defesa da comunidade islâmica em determinadas circunstâncias.

Livros essênciais para compreender o Islamismo

A Radicalidade

Embora haja a alegação de que essas passagens são frequentemente apresentadas sem o devido contexto histórico e literário, e que diversos especialistas, acadêmicos e teólogos muçulmanos afirmem que esses versículos foram revelados em circunstâncias específicas, não devendo ser interpretados como mandamentos universais de violência contínua, é fato que eles estão presentes no livro sagrado dos muçulmanos.

Vejam que a religião Islâmica, segundo algumas interpretações, é apresentada como sendo radical contra seus opositores, com base em trechos de seu livro sagrado que são entendidos como ordens para combater ou eliminar aqueles que não professam a mesma fé.

Além disso, em países como Afeganistão, Irã e Sudão, a apostasia, ou seja, o abandono da religião, é considerada crime e, em certos casos, pode ser punida com a morte, de acordo com interpretações específicas das leis islâmicas.

Agora, imagine se no Brasil existisse uma lei que punisse com a morte quem não fosse cristão?

Ainda hoje, há debates sobre práticas e interpretações associadas a alguns países de maioria islâmica. Entre os pontos mais discutidos, destacam-se:

  • A aplicação de princípios semelhantes à lei de talião (“olho por olho, dente por dente”), que prevê punições proporcionais ao crime.
  • O papel das mulheres, especialmente em questões ligadas à vestimenta, herança, valor do testemunho legal e permissões relacionadas à poligamia.
  • A punição por apostasia, que em alguns países pode incluir pena de morte, conforme determinadas interpretações legais.

Aumento de Mulçumanos no Brasil

Segundo consta, um documento trás trechos de um estudo sobre algumas mesquitas espalhadas pelo Brasil, em São Paulo, Santa Catarina e, de forma ainda mais impressionante, em Foz do Iguaçu.

Aqui já se percebe uma possível contradição: no Ocidente, as mesquitas não param de se multiplicar em diversas nações. Ao mesmo tempo, quando observamos países de maioria muçulmana, essa mesma liberdade existe para a construção de igrejas católicas? A resposta, em muitos casos, é não.

Basta perguntar: quantas igrejas católicas existem na Arábia Saudita, no Irã, no Iraque ou em outras nações da Península Arábica? Em geral, são inexistentes ou extremamente limitadas, muitas vezes sob forte vigilância do governo.

Diante disso, há quem interprete esse cenário como um “duplo padrão”: ampla liberdade religiosa no Ocidente para a construção de mesquitas, enquanto, em alguns países de maioria muçulmana, há restrições à presença de outras religiões.

E qual seria o resultado disso? Segundo o estudo citado, o islamismo continua crescendo no Brasil. Veja alguns dados apresentados:

Contínuo crescimento do Islamismo no Brasil

Em 1983, havia cerca de 33 instituições islâmicas no país. Hoje, esse número teria chegado a aproximadamente 164, com maior concentração em estados como Paraná e São Paulo.

No Paraná, por exemplo, são cerca de 24 mesquitas e 13 outras instituições islâmicas. Já em São Paulo, são aproximadamente 41 mesquitas e 18 outras instituições.

Além disso, o número de muçulmanos no Brasil também teria aumentado ao longo das décadas. Embora os dados variem conforme a fonte, algumas estimativas indicam que, no início do século XX, havia cerca de 100 mil muçulmanos no país.

Em 1986, esse número teria subido para 380 mil. Em estudos mais recentes, fala-se em números ainda maiores.

Então, vejam que o crescimento no Brasil também é acelerado. E quais seriam os efeitos de longo prazo disso? Segundo essa visão, eles tendem a ser preocupantes, pois, com a promoção cultural e a entrada de recursos vindos de países islâmicos, poderia haver aumento da imigração muçulmana e também da conversão de brasileiros ao islamismo.

Ao olhar para a história, há quem argumente que não existem exemplos de países que tenham melhorado com o aumento significativo da população muçulmana. Um exemplo frequentemente citado é o da primeira expansão islâmica: o Norte da África, que em determinados períodos teve forte presença cristã, passou por profundas transformações após a chegada do Islã. Regiões como Egito, Marrocos e Argélia, hoje majoritariamente muçulmanas, mudaram ao longo dos séculos.

Essa expansão também alcançou a Península Ibérica, incluindo Portugal e Espanha, dando origem ao período conhecido como Reconquista, que envolveu séculos de conflitos entre reinos cristãos e muçulmanos.

E o que alguns observadores apontam atualmente? Que processos de mudança cultural também estariam ocorrendo em países como França, Inglaterra e Alemanha, onde a presença islâmica tem crescido.

E aí a gente percebe padrões diferentes: no início, eles se mostram mais pacíficos e amigáveis, mas, conforme avançam dentro de uma nação, acabam deixando essa postura e adotando uma posição mais agressiva.

Concluindo

Eu não entendo profundamente o mundo islâmico; tudo o que expus aqui é fruto de pesquisa. Inclusive, vou deixar alguns vídeos ao final do artigo para que você possa assistir e compreender melhor o tema.

Quanto a nós, cristãos católicos, não podemos baixar a guarda. Nossa maior arma é a oração, especialmente o Santo Rosário, e a confiança naquele que disse que a sua Igreja jamais deixaria de existir, mesmo que as forças do inferno se levantem contra ela.

Vou continuar estudando para compreender melhor o tema e, em breve, abordarei mais sobre o assunto.

Vídeos

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Publicado por

Antônio Garcia

Católico convicto e apaixonado pela Igreja de Cristo,a Igreja Católica Apostólica Romana.

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